domingo, 26 de junho de 2011

BATIZADO DE CAPOEIRA ESCOLA ABERTA

   Foi realizado neste domingo dia 26/06 na E. M. Prof. Osires Neves, o Batizado de Capoeira do Grupo Azul e Branco com os alunos da Unidade Escolar do Projeto Escola Aberta e alguns convidados. Entre eles alguns Mestres e Prof. que marcaram presença neste evento realizado pelo nosso querido amigo Mestre FRANÇA.

Direção da Unidade Escolar, Mestres, Prof. e Alunos.



GALERIA DE FOTOS DO BATIZADO


Após o Batizado, Mestres, Prof., Alunos e todos os convidados participaram de um delicioso almoço realizado por nossa escola para agradecer aos convidados e seus familiares.


O Mestre FRANÇA agradeçe a Direção da Unidade Escolar Srª Mª de Fátima e Srª Mª da Dores, aos Mestres Borracha, Guego e Besouro, aos Contra-Mestres Ala-Moana, Fumê, Neguinho e Sapão, aos Prof. Pingo, Cascavél e Kamarão e ao Instrutor Buda. Agradeçe também todos os Alunos e convidados, pela presença de cada um de vocês.

A Direção da Unidade Escolar parabeniza ao Mestre França e todos os seus alunos e convidados.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

MEC - Ministério da Educação


MEC deixa o Rio de Janeiro

Ministério põe fim à sua representação na cidade e remaneja os 108 funcionários

POR ALINE SALGADO
Rio - O Ministério da Educação vai sair do Rio de Janeiro. A representação do órgão federal, Remec, que funcionava em três andares do Palácio Gustavo Capanema, no Centro, será extinta. Seus 108 funcionários serão remanejados para outras instituições federais da cidade a partir de amanhã.

Segundo o ministério, a decisão foi tomada porque houve o entendimento de que a base em Brasília é suficiente e pode centralizar os trabalhos. Assim, também terá fim a representação em São Paulo, reduzindo os custos do ministério. O MEC garante que a mudança não trará prejuízo para a Educação no Rio no que compete à esfera federal.

Mas a medida gerou críticas entre educadores. Para a ex-secretária municipal de Educação Regina Assis, a decisão evidencia a desvalorização da educação pública. “Para onde vai o dinheiro que querem economizar? É para aumentar o salário dos professores? Vão otimizar meios de comunicação para compensar a ausência? A representação agilizava processos, supervisionava políticas públicas, ajudava no repasse de verbas, na organização de eventos”, lista Regina.
Palácio Gustavo Capanema, que abriga hoje a Representação, é símbolo modernista do Rio de Janeiro | Foto: Deisi Rezende / Agência O Dia
Para a professora da Faculdade de Educação da Uerj Miriam Paura, o prédio no Rio era complemento necessário: “Nem sempre tenho condição de ir a Brasília resolver coisas. Aqui, já me ajudaram muito com dados para pesquisas”.
A representação coordenava e desenvolvia projetos educacionais em parceria com estado, município e ONGs, abrigava setor de supervisão das universidades federais, arquivo, era responsável pelo recadastramento de inativos e pensionistas, plano de saúde e recursos humanos de ativos.

Os governos municipal e federal preferiram não polemizar. Secretaria Estadual de Educação afirma em nota que manterá a “ótima relação com o MEC”. A Secretaria Municipal não quis se pronunciar.

Ainda não há destino certo para os andares do prédio que ficarão vazios. Segundo o MEC, o projeto debatido no início do ano era de que as dependências do 14º, 15º e 16º andares fossem ocupadas pelo Ministério dos Esportes, em função da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. Porém a ideia foi descartada.

Outra possibilidade é a manutenção de parte da equipe nos andares, mas o MEC não soube informar quantos funcionários seriam aproveitados nem para que atividades.

Funcionários vivem clima de insegurança

Ainda não há data para a divulgação da portaria que vai oficializar o fim da representação, mas tudo indica que será em breve. Na repartição, o clima é de insegurança: os funcionários têm até amanhã para pedir a transferência para outros órgãos federais.

A reduzida lista de locais disponíveis é uma barreira. Segundo comunicado interno repassado aos funcionários e a que O DIA teve acesso com exclusividade, há três possibilidades de transferência: Advocacia Geral da União, Defensoria Pública e Superintendência de Patrimônio da União. Quem não fizer a escolha até amanhã terá o posto definido pelo MEC, que comunicará a decisão por telegrama.

Patrimônio cultural do País

Construído em 1945, o Palácio Gustavo Capanema foi criado para abrigar o Ministério da Educação e Cultura na era Vargas. As linhas modernistas foram desenhadas por Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e o francês Le Corbusier. Lá há um jardim suspenso de Burle Max e os painéis em azulejos de Cândido Portinari.

Semana passada, o Ministério da Cultura liberou R$ 6,6 milhões para restaurar o palácio. O prédio, considerado o primeiro grande edifício modernista do mundo, sofre com falta de manutenção elétrica, hidráulica, nos elevadores e nas obras de arte.

domingo, 19 de junho de 2011

PASSEIO AO MUSEU DO UNIVERSO E AO JARDIM BOTÂNICO


     
Alunos da E. M. Prof. Osires Neves, tiveram na última 5ª f. dia 09/06.
Um passeio  Sociocultural, Ecológico com alguns Professores da Unidade Escolar.
Sendo esse passeio para o Museu do Universo (Planetário da Gávea) e para o Jardim Botânico. Sendo este último local, aonde os alunos se sentiram bem mais avontade com a natureza em sua volta. Tendo os alunos um bom aproveitamento do passeio, e obtendo um pouco mais de conhecimento do nosso universo e de algumas espécies de plantas e de árvores atráves da visita ao Planetário e ao Jardim Botânico.

Planetário da Gávea comemora 50 anos da chegada do homem ao espaço

yuri-gagarin  


Olá amigos astrônomos e amantes da astronomia, visite o Planetário da Gávea. No dia 12 de abril, comemoram-se os 50 anos do voo que levou o cosmonauta russo Yuri Gagarin ao espaço. Para lembrar essa data especial, o Planetário da Gávea, em parceria com o consulado da Rússia no Rio de Janeiro, realiza uma exposição que vai contar, por meio de fotografias, todo o processo que culminou com a chegada do primeiro homem ao espaço sideral.
A inauguração da exposição “Yuri Gagarin: 50 anos do homem no espaço” acontece no dia 7 de abril e estará aberta à visitação do público a partir do dia 12, às 10h.
Ao todo, serão 34 painéis com fotografias dos preparativos, da nave que levou o cosmonauta ao espaço, e da missão, que fez de Gagarin o primeiro homem a viajar além dos limites do nosso planeta em 12 de abril de 1961, no auge da Guerra Fria.
As imagens também vão mostrar ao público a importância do feito de Gagarin para exploração espacial e a fama conquistada pelo russo. Além disso, quem visitar essa exposição pode aproveitar para conhecer as atrações do Planetário da Gávea, como as Sessões de Cúpula (sábados, domingos e feriados) e toda interatividade do Museu do Universo (terça a domingo), com 56 experimentos que ensinam conceitos astronômicos de maneira lúdica. Para visitar este espaço no Planetário a entrada é R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia).O Planetário da Gávea fica na Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100. Gávea. Informações pelo telefone: 21- 2274-0046.
O Jardim Botânico localiza-se no bairro de mesmo nome, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.
Uma das mais belas e bem preservadas áreas verdes da cidade, é um exemplo da diversidade da flora brasileira e estrangeira. Nele podem ser observadas cerca de 6.500 espécies (algumas ameaçadas de extinção), distribuídas por uma área de 54 hectares, ao ar livre e em estufas.
O Jardim abriga ainda monumentos de valor histórico, artístico e arqueológico, além de um importante centro de pesquisa, que inclui a mais completa biblioteca do país especializada em botânica, com mais de 32 mil volumes.

Índice

 História

 Da criação ao período Imperial

Busto de D. João VI no jardim. 

A sua origem remonta à transferência da corte portuguesa para o Brasil, entre 1808 e 1820. Fixando-se na cidade do Rio de Janeiro, então alçada à condição de sede do Império Português, a mudança trouxe diversas oportunidades e melhorias para a cidade, dentre elas a implantação de uma fábrica de pólvora na sede do antigo "Engenho da Lagoa", de propriedade de Rodrigo de Freitas, cujas ruínas dos muros atualmente integram os limites do Jardim Botânico.
Recém-chegado, por decreto de 13 de junho de 1808, o Príncipe-regente Dom João de Bragança, filho da rainha Maria I de Portugal, criou no espaço daquele antigo engenho o Jardim de Aclimação, com a finalidade de aclimatar as plantas de especiarias oriundas das Índias Orientais: noz-moscada, canela e pimenta-do-reino.
No mesmo ano, a 11 de outubro, recebeu o nome de Real Horto. A sua direção foi entregue ao marquês de Sabará, diretor da vizinha fábrica de pólvora, que também tinha conhecimentos de botânica, sendo depois substituído no cargo pelo tenente-general Carlos Antônio Napion. Em 1810, de acordo com o "Dicionário de Curiosidades do Rio de Janeiro", o prussiano Kaucke transformou-o em uma estação experimental. Para esse fim tinha à sua disposição escravos, instrumentos, morada e percebia mais de 800 mil réis por ano. Nos viveiros já havia mudas de cânfora, nogueira, jaqueira, cravo-da-índia e outras plantas do Oriente.
Com a proclamação da independência do Brasil (1822) o Real Horto foi aberto à visitação pública, no mesmo ano, como Real Jardim Botânico. Posteriormente passou a chamar-se Imperial Jardim Botânico, designação que perdurou no período imperial (1822-1889). Adquiriu, a partir de então, foros de botânico, uma vez que o seu diretor passou a ser o carmelita frei Leandro do Santíssimo Sacramento, professor de botânica reconhecido pelos seus estudos da flora brasileira. Frei Leandro introduziu melhoramentos e organizou um catálogo das plantas ali cultivadas, tendo sido o orientador das aléias de mangueiras, jaqueiras, nogueiras e outras, assim como das cercas de murtas, crótons, hibisco.
Em sua homenagem, uma das dependências do jardim tem o seu busto e o lago principal recebeu o seu nome.

 Da proclamação da república aos nossos dias

 "Casa dos Pilões": remanescente da antiga fábrica de pólvora.

Com a Proclamação da República Brasileira (15 de novembro de 1889), passou a ser denominado como Jardim Botânico, desde 1890. A partir de então, recebeu vários visitantes ilustres como Albert Einstein, a rainha Elizabeth II do Reino Unido e outros, transformando-se em cartão-postal da cidade. Entre os nomes de pesquisadores que lhe estão ligados destaca-se o de Manuel Pio Correia.

O Jardim Botânico do Rio de Janeiro encontra-se tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde 1937.
Em 1991, a UNESCO considerou-o como Reserva da Biosfera. Naquele momento, quando o jardim passava por dificuldades de manutenção e conservação, um grupo de empresas públicas e privadas formou-se para auxiliá-lo. Como resultado das parcerias, em 1992 o orquidário e a estufa de violetas foram renovados, além de procedida uma limpeza no lago. Em 1995, foi construído o Jardim Sensorial, com plantas aromáticas e placas indicadoras em Braille, permitindo a visitação por deficientes visuais. Posteriormente, uma nova estufa para as bromélias foi construída. No início do século XXI, o muro do jardim na rua Pacheco Leão foi demolido, dando lugar a uma grade, melhorando a sua integração paisagística no bairro.
Como reconhecimento pela sua importância científica, foi rebatizado como Instituto de Pesquisas Jardim Botânico, em 1998, ficando afeto ao Ministério do Meio Ambiente. Finalmente, em 2002, tornou-se uma autarquia.

   
                              Galeria de fotos
 


























   Em breve novos passeios .